quarta-feira, 7 de abril de 2010

Carta de alforria.

Desde pequeno aprendi o significado da despedida.
Aos 12 anos, quando escolhi o melhor pra mim, dando adeus até nunca mais pra minha mãe e minhas irmãs, saindo de um sítio no meio do nada para morar com meu pai.
Aos 18, quando me vi na rua, sem dar adeus a meu pai e minha madrasta.
Ano passado, quando a Verônica se foi, sem eu poder dar um abraço nela pela última vez.

Saudade é algo que eu mais que sinto quando isso acontece, dói o meu peito, faz meus olhos lacrimejarem, não sinto mais vontade de ouvir minhas músicas preferidas.

Tudo que é bom na minha vida dura pouco, e agora quem mais me ajudou em me ouvir e me fazer enxergar como é bom apenas respirar, por respirar se vai.

Mas dessa vez, alguém mais do que especial sai de minha vida, não para sempre, mas para algo melhor, aonde ela poderá seguir seus sonhos, suas vontades. Estarei aqui na torcida, desejando sempre o melhor.

A amo Isabelle Barassa de Faria.

"Vida que passa sem gosto, sem graça, me faça feliz uma dia se puder, vem me abraça me prende disfarça e arruaça, ou me empresta um revólver. Melhor morrer que não ter você, melhor fugir opu me perder, mesmo que tudo perca a graça, será que você riu, com o beijo que eu te dei?"

2 opiniões:

Quéçi disse...

Veronica não lhe fazia bem, fazia?

Jun disse...

O melhor de você é ser você mesmo... Fico emocionado ao ler seus textos.